terça-feira, 26 de junho de 2012

Dor e devaneios

Que tormenta é essa que atormenta minha alma? 
Devaneios insanos que consomem com o tempo que eu não tenho, com o tempo que eu desperdiço com isso. Devaneios que me perturbam no decorrer dessa madrugada gelada, dessa madrugada escura que eu passarei em claro mais uma vez. 
Dói no peito, dor que não sei da onde vem, apenas dói e dilacera. Remete a insanidade de dias que eu pensei ter deixado pra trás. Relembra de dores que eu queria ter esquecido. 
Quando é que eu encontrarei finalmente minha paz interna? Quando a esperança vai deixar de existir pra poder ser concreta?
Sempre acreditando que amanhã será um novo dia, que amanhecerá melhor do que anoiteceu. 

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